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HPS faz programação para alertar sobre o Dia Mundial da Doença de Alzheimer

21 de setembro de 2023 – Para conscientizar sobre o Alzheimer, doença neurodegenerativa e progressiva, o Hospital Pelópidas Silveira (HPS), no Recife, referência na área de neurologia no SUS em Pernambuco, promoveu, ao longo da semana, palestras educativas e rodas de conversa com pacientes e acompanhantes para reforçar a divulgação de informações sobre os estágios da doença, os principais sintomas, fatores de risco, diagnóstico e as formas de tratamento disponíveis no SUS.

A Doença de Alzheimer é a forma mais comum e predominante de demência neurodegenerativa em idosos, sendo responsável por mais da metade dos casos nessa população. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 2 milhões de pessoas vivem no país com alguma forma de demência e a expectativa é que esse número triplique até 2050, devido ao envelhecimento da população, a maior parte deles ainda sem diagnóstico. A doença, que pode vir ainda acompanhada de depressão, ansiedade e apatia, pode ser dividia em até 4 estágios: forma inicial, moderada, grave e terminal.

O médico neurologista do HPS, Herickssen Medeiros, especialista em transtornos cognitivos, alerta, no entanto, que nem todo esquecimento pode ser caracterizado como Alzheimer e que existem critérios a serem avaliados para o diagnóstico da doença. “É importante informar que o Alzheimer é um tipo de demência, que pode ser confundido com outros quadros clínicos. Uma das principais características é um comprometimento progressivo das atividades da vida diária que a pessoa estava habituada a fazer e já não consegue mais, ou seja, a perda da capacidade das tarefas cotidianas”, afirma o neurologista.

O sintoma mais característico do Alzheimer é a perda de memória recente. Com a progressão da doença, vão aparecendo sintomas mais graves como, a perda de memória remota (ou seja, dos fatos mais antigos), bem como irritabilidade, falhas na linguagem, prejuízo na capacidade de se orientar no espaço e no tempo.

Caracterizada como uma doença degenerativa, progressiva e irreversível, a doença de Alzheimer não tem cura, mas pode ser tratada a fim de amenizar os sintomas. O Alzheimer afeta a memória, a fala e a noção de espaço e tempo do paciente, podendo provocar apatia, delírios e, em alguns casos, comportamento agressivo.

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