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FGH inicia com muito conhecimento 1º dia do IV Congresso de Experiências Exitosas

18 de Dezembro de 2024 – Com mais de 800 participantes inscritos e 164 trabalhos aprovados pela Comissão Científica para participação, começou, nesta quarta-feira (18/12), o IV Congresso de Experiências Exitosas (CEE) da Fundação Gestão Hospitalar Martiniano Fernandes (FGH), organização social de saúde (OSS) que gere hospitais, UPA, UPAEs e residências terapêuticas em Pernambuco. O evento, realizado no Centro de Eventos Recife/FPS e que continua na quinta (19/12), teve sua mesa de abertura no período da tarde, contando, ainda, com palestra magna sobre Governança Clínica.

Durante a abertura, o presidente da FGH, Domingos Cruz, ratificou que a FGH tem a missão de, até 2030, ser a melhor OSS do Brasil no atendimento das pessoas. “Eu digo, com muita tranquilidade, que hoje somos a mais engajada, a mais esforçada e a mais atenciosa OSS que vocês podem conhecer. Esse é um time vencedor, que vibra e é compromissado com esse objetivo”, afirmou, desejando um Congresso de muito conhecimento e trocas para todos. 

Já o superintendente geral da FGH, Samuel Gomes, disse na sua fala que “a qualidade é adquirida passo a passo, para que o crescimento venha de forma sustentável. A maior crença que a gente tem é que podemos melhorar a saúde pública em Pernambuco. A gente está aqui pelo usuário, esse é o nosso compromisso”.

A superintendente geral do Imip, Tereza Campos, pontou que as respostas na assistência são dadas pela prática, pelo ensino pesquisa e pela ciência. Disse, ainda, que as instituições possuem experiências que precisam ser intercambiadas para que o sistema cresça junto pelo bem de todos. Por fim, lembrou do crescimento do CEE, que iniciou como um Seminário e foi ganhando corpo e participantes ano a ano.

 

A mesa de abertura contou ainda com a superintendente de Assistência à Saúde, Ensino e Pesquisa da FHG, Ivette Buril; a diretora de Monitoramento dos Contratos de OSS da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE); e Isabela Ferreira Lima; a gerente geral de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde da Secretaria de Saúde do Recife (Sesau), Renata Cabral. 

Nesta quarta, além da abertura, foram apresentados os 100 trabalhos aprovados na modalidade pôster. Também foi promovido o II Seminário de Cuidados Paliativos e dois cursos, sobre a metodologia Lean e gestão de cenários de risco. Na quinta, será a vez das apresentações orais, com 64 experiências participantes, e, ao final do dia, o anúncio dos premiados e com menção honrosa. Ao todo, 355 trabalhos foram submetidos para avaliação prévia. 

Palestra magna: A discussão sobre Governança Clínica foi ministrada pelo médico cardiologista e gestor em saúde Rafael Munerato. Esse é um sistema de princípios, regras, processos e estruturas que orienta e monitora empresas e organizações. Ele mostrou os pilares que regem essa governança e pontou que a FGH segue essas diretrizes. “Essa é uma caminhada que exige engajamento e faz com que uma instituição de saúde seja referência”, afirmou. 

Trabalhos aprovados: Pela primeira vez, o CEE permitiu a inscrição de trabalhos de outras organizações, órgãos e serviços de saúde. No primeiro dia, as enfermeiras Gabriela Fragoso e Karina Nascimento, do Real Hospital Português, trouxeram experiência desse serviço privado e que também mantém convênio com o SUS. 

“A gente trabalha, pensa, produz, sempre com foco em melhor atender o paciente. Trouxemos nossas vivências e resultados para todo mundo conhecer , saindo dos muros de um hospital privado, mas também filantrópico, que atua com pacientes SUS. Inclusive 90% dos pacientes desse trabalho são do SUS”, destacou Karina. Gabriela ainda disse que esse era um momento de ver o que está sendo produzido em outros serviços, “para realmente melhorar nosso sistema de saúde. Independentemente de ser público ou privado, o foco tem que ser o paciente e a qualidade da assistência”. 

Já estudantes de fisioterapia da FPS Heloísa Morais e Nathália Souza estão participando do primeiro Congresso com trabalho aprovado, na modalidade pôster. Elas, que não escondiam a alegria, abordaram “os impactos de materiais educativos no treinamento da equipe multi na redução de extubação não programada”. Fruto do trabalho de conclusão de curso, a experiência foi executada no Hospital Alfa.

“Foi uma surpresa e a gente ficou muito feliz em ver a aprovação de todo um ano de trabalho. É muito importante estar aqui, não só para apresentar, mas também para assistir outros trabalhos e ter esse intercâmbio da equipe multidisciplinar”, contou Heloísa Morais. “É uma porta de entrada excelente para a gente que está saindo agora da graduação, para entrar no mercado de trabalho da melhor forma, tendo essa oportunidade de networking”, completou Nathália Souza.

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