Imagem Destaque detalhe do topo

Notícias

Dermatologista da UPAE Carpina conversa com pacientes sobre combate à hanseníase

27 de Janeiro de 2025 – No Janeiro Roxo, mês dedicado ao enfrentamento à hanseníase no Brasil, a dermatologista da UPAE Carpina, Jéssica Menezes, conversou com pacientes e acompanhantes que aguardavam atendimento sobre a doença. A ação na sala de espera foi realizada na terça-feira (21). A convite da assistente social da UPAE, Elyda Lira, a médica tirou dúvidas sobre prevenção tratamento e os riscos da hanseníase.

O Brasil ocupa a segunda posição mundial em número de novos casos de hanseníase diagnosticados anualmente. As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam os índices mais preocupantes, com alta ou muito alta endemicidade. Em 2023, quase metade dos municípios brasileiros (49,9%) notificaram ao menos um caso da doença.

Sinais e sintomas comuns:

– Manchas (brancas, avermelhadas ou marrons) com alteração na sensibilidade ao calor, frio, dor ou toque.

– Espessamento de nervos periféricos, causando alterações motoras ou autonômicas.

– Áreas com redução de pelos e suor.

– Formigamento, fisgadas e diminuição de força muscular (principalmente nas extremidades).

– Nódulos dolorosos em casos mais graves.

Transmissão:

A hanseníase é transmitida pelas vias aéreas superiores (espirro, tosse ou fala), geralmente após contato prolongado com pacientes não tratados na forma contagiosa (multibacilar). Objetos pessoais não transmitem a doença.

Diagnóstico e tratamento:

O diagnóstico é clínico, com exames dermatológicos e neurológicos. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento gratuito com poliquimioterapia (rifampicina, dapsona e clofazimina). O tratamento dura de seis a doze meses, dependendo da forma clínica, e interrompe a transmissão nos primeiros dias de uso.

Com informações da EBC*

Compartilhe:

Ícone do Facebook Ícone do Twitter Ícone do Instagram Ícone do Whatsapp Ícone do Gmail