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Hospital Miguel Arraes volta atenções para o Outubro Rosa
Neste mês de combate ao câncer de mama, o chamado “Outubro Rosa”, o Hospital Miguel Arraes (HMA/FGH), em Paulista, promove uma série de atividades para chamar atenção sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença. Durante todo o mês de outubro, o Serviço Social, em parceria com a Vigilância Epidemiológica Hospitalar (VEH) e integrantes da CIPA, realizam ações nas salas de espera da unidade, junto a colaboradores, pacientes e acompanhantes.
As palestras tiveram início na tarde da última terça-feira (4), na recepção da Emergência, junto a familiares de pacientes. A assistente social Priscila Rodrigues e a enfermeira Larissa Farias, coordenadora da CIHDOTT – Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes, falaram sobre a importância da realização de check-ups periódicos e exames de rastreamento, como mamografia e ultrassonografia mamária, além de reforçar a conscientização para a doação de órgãos e tecidos, assunto em destaque no “Setembro Verde”.
A agenda se estende a outros setores do hospital. Nesta sexta-feira (7), o assunto volta à pauta no Ambulatório e na Tenda do Conhecimento, no setor de internamento. No dia 18 retorna à Emergência e, no dia 21, ao Ambulatório. Também no dia 13, e no dia 14, o setor de Vigilância Epidemiológica e o pessoal da CIPA promovem caminhadas pelo interior do hospital, distribuindo panfletos e fitas rosas alusivas à campanha do Outubro Rosa.
E, no dia 24 de outubro, fechando a programação, será oferecido aos colaboradores um ‘Chá da Tarde’, no auditório da unidade, onde vai acontecer uma conversa sobre a prevenção do câncer de mama e apresentação de dados epidemiológicos sobre a doença.
De acordo com o enfermeiro Edson Rodrigues, gerente em exercício da VEH, o objetivo é conscientizar sobre a gravidade do câncer de mama também entre os profissionais de saúde. “É nosso dever esclarecer sobre a doença, reforçar a importância do autoexame e orientar para exames de prevenção para evitar que os números aumentem, também e inclusive, entre os profissionais da assistência em saúde”, explica.